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Bruno Mendes
Poetry
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    À saída do centro comercial

    Não me interessa muito, na verdade, mas arroz com atum? Enfim, podiam tratar melhor os convidados.

    Já não sinto borboletas

    Custa-te alguma coisa mandares-me mensagem antes de ir dormir?, Não tem nada a ver, isso!

    Regra de Paris

    Todas as noites em que me deitei abatido / sem tenção de cair seleto nos teus braços.

    O silêncio que há em tudo

    Reuniões, equipas, sugestões, projetos explanados e analisados, compromissos marcados e cancelados, desentendimentos por cansaço sem espaço.

    O que há de errado em mim

    Sei exatamente o que fazer / quando fazer, como fazer / Sei os momentos em que calar.

    Hora de jantar

    É hora de jantar, mas tu não vens / Deixas-te ficar no quarto, nessa / Vida condicionada pela teoria.

    A ideia de amar

    O que constitui a completa devoção ao outro / O que explica os condicionalismos que infliges.

    Senhor Dominic

    É assim a vida, mais curta que comprida, porquanto o pouco tempo que temos nos é tomado por afazeres inócuos e inseguranças absurdas.

    Brilho

    Está um céu fumado, sem se ver o horizonte / Um frio de cortar. Ninguém. Uma chuva miúda.

    (Re)freio

    A minha paixão pelo comboio vem de pequeno. Com tanto como quatro ou cinco anos, os meus olhos brilhavam no museu da locomotiva ou no denso das linhagens de Campanhã.