Não há viagem que faça sem me deparar com esta ideia mesquinha, este dogma patético segundo o qual acumular créditos é o caminho, e fora deste caminho estaremos perdidos. Não há viagem que faça sem me deparar com moralidade, com formatação, com vida que tem pouco de singular ou relevante, porque se verga a objetivos, e implode na tentativa de fazer o bem, fazer cumprir uma qualquer promessa.
Enfim. Acho todas as formas de pragmatismo repugnantes.
Não se trata de um mapeamento.
Não se trata de uma substituição.
Trata-se de um punhado de ideias,
e estas arrancam sorrisos,
aquecem corações,
movem o mundo.