O meu medo é este, estritamente este: que cheguemos ao fim e percebamos que não fizemos nada, não porque não tentamos, mas porque não percebemos; fique tudo por dizer; sabes que a minha vontade de te ver é uma palavra esdrúxula, é desequilibrada e ainda assim tão rica e fundamental que subjaz a basicamente tudo o que penso. Claro, isto é o que a psicologia diz, eu sou apenas o exemplar trezentos e setenta e sete mil, mutante de duas pernas da experiência plural anterior. Por um lado, sou um privilegiado.