Procuramo-nos, procuramo-nos em toda a parte, de cima a baixo, na vanguarda da velocidade; de todo modo, porque ousamos ver que a busca é infrutífera à partida, sem margem para adendas cuja lógica seja comprovável, demo-la por concluída, restando somente a presença grave mas constante que nos revela um espelho. Neste estado, a vida está fundamentalmente resolvida, pelo menos até que alguém nos inste a reconsiderar ao ficar porque tem que fazer e o que tem de fazer tem de fazer connosco.