Vivo sempre muito longe da paz: ela é uma mulher bonita, com um sorriso que, creio, poderia curar todas as maleitas, ainda assim, requeiro-lhe constantemente justificações, Paz, explica porque és pacífica, Foi assim que quiseram que eu fosse, eu contestei, como se tivesse ouvidos apenas pela estética da coisa, Não sei conviver com tamanha paz, Paz, por favor, coloca a descoberto, sem truques, porque és pacífica, Já te expliquei, terminamos e assim volto a tentar adormecer.